Laços Cármicos

laços cármicos

Vamos ler primeiro, o texto abaixo, de Saint Germain, falando sobre dívida cármica, depois no próximo post, segue o exercício para dissolver o carma (carma é o conjunto de ações que fizemos em vidas passadas), e as percepções que podem ser desencadeadas pelo exercício.

“Amados, no Templo do Sagrado Coração, entre aqueles que vão se manifestar aqui durante o próximo ano, que estarão diante da amada Mãe Maria para a formação de seus corações, vocês sabem quantos deles têm carma de um peso extra porque, em alguma incorporação, vocês os causaram sentimentos de desespero, desânimo, rebelião ou ressentimento, e aquela alma que está esperando para incorporar, carrega certas cicatrizes etéricas de angústia, colocadas lá por associação passada com suas correntes de vida? Pensem nisso!! Então pensem o que suas Presenças – em suas capacidades ilimitadas (liberando seus infinitos poderes de luz e amor) podem fazer para equilibrar a vida para vocês através de seus chamados!

A propósito, aqueles de vocês que têm criaturas quadrúpedes como animais de estimação ou estão associados a elas de outras maneiras, vocês já pensaram que talvez vocês estejam pagando através deles um serviço à vida para equilibrar ações preciosas, quando, no passado, no entusiasmo farisaico e zeloso, vocês ofereceram animais em altares de sacrifício, assim como pássaros e vida humana?

Oh, há muito que vocês não sabem! Felizmente, há um véu de misericórdia entre a mente consciente e certas memórias etéricas e esse véu é colocado a parte muito lentamente de tempos em tempos, porque se sabe que um homem completamente sadio enlouquece completamente apenas olhando para o “Habitantes do Umbral”. Como a criação humana de seus próprios fluxos de vida é às vezes chamada. Há novamente o equilíbrio, isto é realmente uma grande vantagem!

Por um lado, temos o tipo complacente de indivíduo que sente que tudo vai dar certo e não há necessidade de fazer nada a respeito. Então, temos o mais tenso, tão ansioso e desejoso de prestar o serviço (seja ele individual, planetário ou cósmico) que se torna tão tenso que a ação vibratória da Presença não pode fluir através dele. Há um grande equilíbrio e relaxamento em um estado de alerta completo para a realidade dessa Presença, para a realidade de nós mesmos e para a capacidade da presença ou de nós mesmos de agir através do Corpo Causal, direcionando nossa irradiação e bênção aos seus chamados.

 

Em minha vida como Francis Bacon, encontrei certa compreensão da Lei da Re-encarnação que me interessava profundamente. Eu era um grande leitor e, durante os vários encarceramentos temporários naquela incorporificação, eu tinha muito tempo à minha disposição. Eu me interessei pela ideia de minhas encarnações passadas e, ao ler sobre certos personagens históricos, eles me tocaram profundamente, etericamente.

 

Sentindo que talvez eu tivesse alguma ligação com esses fluxos de vida no passado, comecei a praticar, liberando o poder da presença para pagar quaisquer dívidas pessoais que pudesse ter com aqueles fluxos de vida, mesmo que eu não pudesse dizer onde eles estavam naquele momento, se eles estavam desencarnados, em encarnação, ou no “Composto” (Minha nota: esta região chamada “composto” já está completamente dissolvida, graças a Deus!), se eles estavam aguardando a encarnação no Templo do Sagrado Coração ou se eles eram meus vizinhos de porta ao lado. Isso, de fato, não era importante!

Um dia, porém, antes da minha ascensão, enquanto contemplava profundamente a Presença e seu Fogo Violeta da Misericórdia, Perdão e Transmutação, minha visão interior foi aberta e eu tive um vislumbre de um fazendeiro andando por um campo semeando semente. Este homem estava de coração pesado e sua cabeça estava curvada. De repente, vi um raio de luz da minha Presença, dentro do qual estava o Fogo Violeta. Ele brilhou em torno daquele indivíduo, instantaneamente transmutando a causa de sua aflição, pela qual eu tinha sido responsável, uma vez ou outra.

Assim foi paga a dívida particular que eu devia a esse fluxo de vida. Então, aquele indivíduo levantou a cabeça, livre daquele fardo e correu de fato rindo em direção à casa da fazenda! Agora, essa pessoa nunca soube de onde sua libertação veio. Eu nem sabia o nome daquele homem, mas sabia que seu fardo estava aliviado e que pelo menos uma parte da minha dívida cármica havia sido paga. Interessante – se vocês se importam, realmente, em (praticar e) desenvolver isso!”

 

Tradução não oficial: Journal 3 The Bridge to Freedom, AMTF, postado e traduzido pela Morgan Le Fay. Parte desse texto também está no Livro Haja Luz, vale muito a pena ler todo livro.

 

Eu agradeço!

 

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